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Telhas feitas de Pasta de Dente

economia

Nessa semana, foi a virada sustentável aqui na nossa cidade. Aproveitei para dar um pulo na segunda feira de Sustentabilidade promovida pela CES Alphaville. Lá eu vi de perto uma empresa que já tinha visto naquele programa Grandes ideias, pequenos negócios de uma emissora brasileira, essa empresa faz telhas e placas a partir de tubos de pastas de dente. Essa ideia faz parte da economia circular, que a parte restante do processo de um produto, por exemplo, são reaproveitados na parte de outro processo para produzir um novo produto.

Vamos para a parte legal, a parte prática rs.

A empresa recolhe cerca de 100 toneladas de pastas de dente de empresas doadoras.

Essas pastas vão para um triturador, aonde serão moídos, mas antes são retiradas as tampinhas que as envolvem. Para cada placa, são utilizadas mil tubos de pasta de dente.

Depois seguem para serem prensados a quente, aonde ganharão fôrma de telhas.

Elas têm vantagens sobre a telha comum, baixa absorção de calor, alta resistência físico-mecânica, bom isolante acústico e fácil corte e fixação.

Olhem a amostra que peguei lá =)

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A telha fica assim:

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Fonte: Ecotop

Um ótimo começo de semana para todos !

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Eco Cooler

Sem título

Esses dias eu li sobre essa invenção tão simples, mas tão poderosa que resolvi compartilhar com meus brotos! =)

Estamos no inverno, porém em muitas regiões do Brasil, como no Nordeste não faz frio! Essa ideia surgiu em Bangladesh, onde engenheiros desenvolveram o Eco Cooler! Seu funcionamento é muito simples, já reparou quando você abre a boca e provoca bafo na mão o ar é quente, e quando assopra o ar é frio? Faça o teste!! Isso ocorre porque quando assopramos, deslocamos pequenas camadas de ar que estão junto à pele. Essa velocidade do sopro é alta, faz com que a pressão no local diminuia. Devido a essa baixa pressão, as moléculas presentes no ar são atraídas para essa zona de baixa pressão, como essas moléculas estão numa temperatura mais baixa que nosso corpo, dá essa sensação de resfriamento. O que acontece com o bafo é ao contrário.  ar-condicionado-sem-eletriciade-696x543

Figura 01 – Eco Cooler. Fonte: http://inhabitat.com/this-amazing-bangladeshi-air-cooler-is-made-from-plastic-bottles-and-uses-no-electricity/

Ok, teoria ensinada, vamos para a prática? Primeiramente, meça sua janela (largura x comprimento).  Por exemplo, temos uma janela de 787, 4mm por 939, 8mm, dividiremos por 127 mm (corpo da garrafa pet de 2 litros), teremos então 42 pontos, ou seja, teremos que separar 42 garrafas de plástico tipo PET.

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Figura 02 – Dimensões dos pontos aonde serão colocados as garrafas. Fonte: http://103.16.74.132/bytes/tech-happening/beating-the-summer-heat-bangladeshi-style-eco-cooler-1239022

Agora, faça os furos com diâmetro de 25,4 mm (ou 2,54 cm), em sequência, faremos os furos com ajuda de uma furadeira (não se  esqueça da segurança ein!) em um placa de madeira (pode ser madeirite).

Em seguida, cortaremos a garrafa PET ao meio como na figura a seguir.

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Figura 03 – Cortagem das garrafas PET. Fonte:  http://observers.france24.com/en/20160602-bangladesh-air-conditioner-plastic-bottles-technology

Depois corte o topo da tampa, isso vai ajudar a fixar a garrafa no painel de madeira. Agora coloque todas as garrafas no painel e rosque-as do outro lado do painel.

E tcharam!! Seu ar condicionado está pronto! Ele ajudará a diminuir 5oC (graus) do ambiente de casa.

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Figura 04 – Ar condicionado totalmente ecológico pronto! =D Fonte:  http://www.geek.com/science/eco-cooler-air-conditioner-cools-a-home-without-using-electricity-1657343/

Quer saber mais? Então veja o vídeo oficial do ECO COOLER!

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“Um bom arranjo físico é condição imprescindível para uma boa ergonomia”

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Fonte: saberemfoco.zip.net

Desde 1949, diversas pesquisas têm sido publicadas na área de ergonomia e as conclusões são unânimes sobre os benefícios do estudo dela em um ambiente de trabalho. Observa-se que é tendência mundial investimentos em equipamentos e máquinas mais ergonômicos e em ambientes com características adequadas e saudáveis. Um exemplo disso é a certificação WELL para edifícios, que foca principalmente em saúde e bem-estar dos ocupantes de prédios.

Apesar dos avanços consideráveis em empresas brasileiras, ainda há muito que se fazer como mostra o estudo a seguir. Em uma revista cientifica interdisciplinar publicada por alunos da graduação da USP, foi feita uma análise ergonômica em um posto de trabalho de confecção de roupas femininas em João Pessoa, no qual foi evidenciado cadeiras com altura irregular, sem espaçamento e conforto adequado, ventilação e iluminação deficiente. Com essa estrutura antiga e mal projetada, os resultados não poderiam ser diferentes, reclamações de dores lombares, desestímulo para trabalhar e improdutividade. É fácil imaginarmos no contexto atual no qual grandes marcas vendem seus produtos manufaturados de lugares apertados, sem boa ventilação e iluminação, e trabalho análogo à escravidão. Contudo, não precisa ir tão longe para exemplificar a falta de um bom arranjo físico. Em uma sala de aula, comumente, encontram-se cadeiras de madeiras duras, espaços apertados e sujos, calor excessivo e iluminação precária. Quem garante que os resultados das provas são somente atrelados à falta de um estudo eficiente?

Em um estudo independente realizado no ambiente de trabalho dos americanos em 2006 (GENSLER, 2006 apud HAMMED, A; AMJAD, S, 2009) com mais de 2.000 participantes de diferentes níveis representando 08 indústrias, mostrou que quase 90% dos entrevistados acreditam que um melhor projeto de layout do local de trabalho resultaria em uma melhor média de desempenho dos funcionários. Uma estimativa foi feito pelos executivos nessa entrevista, em que quase 22% de aumento na performance das empresas poderiam ser conseguidos se os escritórios fossem melhor projetados.

Há quem acredite que é preciso fazer grandes investimentos em ergonomia para melhorar a execução das atividades exercidas pelos operadores. Logicamente haverá custos na readaptação e troca de materiais, máquinas e equipamentos. Porém, ás vezes medidas pequenas são altamente eficazes como visto em um estudo de caso do setor automobilístico por alunos da PUC de Minas Gerais. Foram analisados todas as operações de demanda, recebimento e inspeção da matéria-prima, apoio logístico e processo de fabricação da travessa dianteira. Eles identificaram que o posicionamento do rack utilizado no processo solda era muito baixo, fazendo com que o operador tivesse que agachar para posicionar a peça, excesso de deslocamento realizado na mesma operação (perda de tempo no processo) e o transporte das peças do setor de controle de qualidade para a pintura, realizado por esforço humano (fadiga excessiva ao operador). Como medidas corretivas foram sugeridas: desenvolver um carrinho com altura adequada para as atividades e que se aproxime mais da célula de produção, reduzindo distâncias no processo e também um triciclo para movimentação de cargas, que já é realizado em outras operações na empresa.

Em outro estudo que teve como objetivo determinar um layout que aumentasse a produtividade do processo de uma indústria de imóveis no Paraná e que os funcionários executassem o trabalho de forma correta. Diante dos resultados obtidos, foi proposto um layout celular, por causa da flexibilidade desse tipo de arranjo físico, foi sugerido redimensionamento de bancadas de trabalho, e por fim sugeriu-se rodízio entre funcionários nas células. Apesar de o rodízio diminuir a especialização da atividade, ele é viável e garante menos esforço repetitivo (LONGO, M. T; SCHEIDT, L. T; SOARES, K. A; SANTOS, V. C, 2015).

Se o objetivo do arranjo físico é distribuir espacialmente os elementos que compõem o sistema homem e máquina e o da ergonomia é estudar a relação do homem, seus meios e espaços de trabalho. Pode-se afirmar que eles estão intimamente ligados e quando se faz um arranjo físico visando o bem-estar do trabalhador, certamente haverá um enorme ganho na produtividade, porque, afinal este é o grande norteador usado para convencer qualquer empresário a investir-se em um bom ambiente de trabalho. Além da produtividade, notam-se ganhos na qualidade de vida dos funcionários, redução de absenteísmo, redução de acidentes de trabalho, diminuição de fadiga, melhoria na qualidade do produto e no tempo gasto com produção.

Porém, parece-me que está surgindo um efeito placebo nos ambientes de trabalho, do que adianta fazer a animada ginástica laboral como medida ergonômica e voltar depois para o mesmo lugar que adoece? Do que adianta o médico dar um analgésico sendo que o efeito de relaxamento só vai durar um pequeno período? O trabalhador tem que vestir o equipamento e não ao contrário, temos que analisar cada caso, pois as pessoas não são iguais, e além de tudo, são seres humanos que merecem trabalhar em um ambiente sadio.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Garbie, I. H. An Experimental Study on Assembly Workstation Considering Ergonomically Issues. 41st International Conference on Computers & Industrial Engineering.  Department of Mechanical and Industrial Engineering, Sultan Qaboos University. Oman.

Longo, M. T; Scheidt, K. A; Rodrigues, G. T; Santos, V. C. Layout e ergonomia: um estudo de caso em uma indústria de móveis no norte do Paraná. In: XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. 2015. Ponta Grossa, Paraná. Anais. Paraná.

Ribeiro, N. B. N; Saint-Tves, J. E. A; Guimaraes, W. A. B; Souza, A. J. D. Ergonomia e Análise de Métodos e Processor: Estudo de Caso em uma Empresa do Setor Automobilístico. In: XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. 2015. Fortaleza. Anais. Fortaleza.

Silva, J. P. S; Lacombe, J. A; Tavares, E. M; Varela, A. M; Léllis, J. A. A Ergonomia como um Fator Determinante no Bom Andamento da Produção: um Estudo de Caso.  Revista Anagrama: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação. USP – São Paulo.

 

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Entrevista com Ricky

Entrevista Ricky

 

Hoje quero apresentar uma pessoa maravilhosa, que tenho orgulho de ser meu amigo:

Com vocês Ricky Ribeiro, do Mobilize Brasil.

Ele começou a desenvolver o portal em 2011, e hoje é considerado o melhor portal de mobilidade urbana do país, para ter uma ideia de sua dimensão, só em 2014, o site teve 3 milhões de acessos. Nele há notícias, estudos e estatísticas sobre deslocamentos urbanos, informações de tudo referente à esse universo. Ao meu ver, daqui a alguns anos, os carros vão ser trocados por transporte público, ou vão se tornar mais eficientes (carros elétricos, por exemplo). Inclusive já é uma tendência mundial. Confira abaixo nossa entrevista 🙂

1) Germinação: É impossível planejar mobilidade sem ter uma base de dados sólida e confiável. As campanhas “Calçadas do Brasil” e “Sinalize” foram fundamentais para esse processo, com informações preciosas sobre as condições reais de nossas estruturas de transito, que consequentemente impulsionou mudanças significativas no que tange a mobilidade urbana. Vocês esperavam tamanha repercussão? Quais desafios vocês encontraram pelo caminho?

Ricky: A repercussão da campanha Calçadas do Brasil surpreendeu a todos nós. Foram centenas de matérias e entrevistas para a mídia. Até hoje muitas pessoas associam o Mobilize ao tema das calçadas. Na campanha Sinalize, já esperávamos uma boa repercussão, devido ao sucesso da “Calçadas do Brasil”.

Foram muitos os desafios, sendo que o principal foi desenvolver campanhas nacionais complexas com poucos recursos humanos e financeiros. Isso só foi possível porque contamos com uma rede de colaboradores voluntários, em diversas cidades brasileiras. São especialistas, professores, estudantes, jornalistas, viajantes, portadores de necessidades especiais, ativistas e gestores públicos que colaboraram com conteúdo e conhecimento, ou realizaram as avaliações e pesquisas de campo para as campanhas.

Na campanha Calçadas do Brasil também teve o desafio de promover uma mudança de paradigma, ao criticar o modelo vigente em praticamente todas as cidades do país. O poder público imputou a responsabilidade das calçadas aos proprietários dos imóveis, mas se é quase impossível garantir um padrão em um único quarteirão, imagine na cidade inteira. Eu e todos no Mobilize defendemos que as calçadas sejam de responsabilidade das prefeituras, assim como são as ruas e avenidas. Exemplos de outros países mostram que somente o poder público tem capacidade e autoridade para projetar, construir, fiscalizar e manter as calçadas, além da sinalização e iluminação, nos padrões necessários.

2) Germinação: O que mais vejo é pedestre atravessando em local proibido e muitas vezes as faixas estão em menos de dois metros de distância, e que infelizmente, representam entre 28% e 36% de todas as mortes em acidentes rodoviários. Qual seria a solução para esse problema?

Ricky: Eu acredito que a solução passa por mais educação, tanto por meio de campanhas de conscientização, como pela introdução do tema da mobilidade urbana nas escolas. Para diminuir as mortes de pedestres, uma alternativa interessante é a redução da velocidade máxima permitida nas ruas e avenidas. Está comprovado que essa medida diminui a quantidade e a gravidade de acidentes. Em locais críticos, com altos índices de acidentes, barreiras arquitetônicas, como vasos e grades, podem ser colocadas para inibir a travessia fora da faixa de pedestres.

3) Germinação: Com a implantação do rodízio municipal, centenas de carros deixaram de circular em São Paulo, mas muitas pessoas compraram um segundo carro para poderem se locomover. Você é a favor de politica de tarifação e pedágios nos centros urbanos como o principal meio de desestimular o uso de veículos individuais locomotores?

Ricky: Eu sou a favor de políticas para desestimular o transporte individual motorizado, mas em um segundo momento. Acho importante primeiro a prefeitura oferecer transporte público de qualidade, uma rede cicloviária e calçadas em boas condições para a população. Dessa forma, ao introduzir políticas como pedágio urbano e rodizio municipal, o cidadão que geralmente usa o automóvel terá uma gama de opções atrativas para se deslocar. Esse é o caso, por exemplo, de Londres, que possui alternativas adequadas de mobilidade urbana e teve resultados positivos ao implantar pedágio urbano na região central.

4) Germinação: Essa nova politica de mobilidade que vem sendo implantada em São Paulo como esperado, enfrentou resistência de uma parte da população. Porém, o fechamento da Paulista aos domingos, por exemplo, foi bem recebida por parte dela. Você acha possível esse projeto se estender para outros lugares? São Paulo está na direção certa para a mobilidade sustentável urbana?

Ricky: Como administrador público, especialista em sustentabilidade e cidadão, estou plenamente de acordo que São Paulo está na direção certa para a mobilidade urbana sustentável. Medidas como implantação de faixas de ônibus, construção de corredores de ônibus, implantação do bilhete único mensal e semanal, renovação da frota colocando ônibus modernos com ar condicionado e wifi, aumento significativo da frota acessível a pessoas com mobilidade reduzida, criação de uma rede de ônibus noturno, criação de um laboratório de mobilidade urbana em parceria com a USP, redução da velocidade máxima nas Marginais e demais avenidas, e implantação de ciclovias, ciclofaixas, paraciclos e bicicletários são decisões acertadas e mostram que a prefeitura está a par do que vem sendo feito e estudado nas principais cidades do mundo. Estamos, sem nenhuma dúvida, atravessando um momento de grande evolução nas questões relacionadas à mobilidade urbana sustentável na cidade de São Paulo. Minha maior crítica se dá pelo pouco avanço ocorrido nas condições das calçadas e na mobilidade a pé em geral.

São Paulo, por ser a maior cidade do país, serve de exemplo, tanto positivo como negativo, para o Brasil inteiro. Espero que as boas iniciativas de mobilidade urbana sejam replicadas em outras localidades.

Sempre que há mudanças, é relativamente comum que haja uma resistência inicial, especialmente em um país com uma mídia majoritariamente conservadora e orientada por motivações políticas e interesses comerciais. Ao analisar a história do Brasil e de nossa imprensa, podemos observar que houve bastante resistência a mudanças que hoje nos parecem muito óbvias, como a abolição da escravatura, a criação do salário mínimo e o estabelecimento do 13º salário, entre muitas outras. Acredito que daqui alguns anos também será óbvio para a maioria das pessoas que uma prefeitura deve priorizar o transporte coletivo e o transporte não motorizado em detrimento do transporte individual motorizado.

5) Germinação: Você comentou que o período que morou em Recife foi um dos melhores em sua vida. Como era seu dia a dia? A bicicleta era o seu principal meio de locomoção?

Ricky: A bicicleta e os pés eram meus principais meios de locomoção. Eu morei a maior parte do tempo em um apartamento localizado a dois quarteirões do trabalho e fazia este trajeto caminhando. Fora o deslocamento para o trabalho, fazia quase tudo de bicicleta. Em algumas situações, usava transporte público ou taxi, além de carona com amigos. Duas vezes aluguei carro para viajar.

6) Germinação: As empresas podem ajudar a mudar a cultura de mobilidade entre seus colaboradores. Cite exemplos como elas poderiam fazer isso, e quais seriam os maiores desafios no ambiente corporativo?

Ricky: As empresas tem uma grande responsabilidade em ajudar a desatar o nó da mobilidade urbana, pois são polos geradores de tráfego. Aproximadamente metade dos deslocamentos diários realizados nas cidades brasileiras tem como destino ou origem o local de trabalho. A forma como essas pessoas se deslocam tem diferentes impactos e consequências para o bairro, para a cidade e para o próprio funcionário. As empresas fazem parte do problema, mas também podem fazer parte da solução.

Ações para racionalizar o uso do automóvel, incentivar o uso de transportes coletivos e não motorizados, e reduzir a necessidade de deslocamentos, estão se tornando mais comuns no meio empresarial. Exemplos dessa mudança de paradigma são medidas como adesão a programas de carona solidária, fornecimento de ônibus fretado, compartilhamento de taxis, escalonamento de horários, subsídios a bilhetes de transporte, instalação de bicicletários e vestiários, estímulo ao home office, e uso do serviço de entregas por bicicleta. Não há uma única solução para as questões de mobilidade, e sim um leque de alternativas.

As empresas podem e devem fazer sua parte, fornecendo alternativas, informações, facilidades e incentivos, se envolvendo na causa e dando exemplo, mas a decisão final de adotar novos hábitos é do colaborador. Por isso é importante que as ações venham acompanhadas de uma campanha educativa, que conscientize sobre a importância da mobilidade urbana sustentável, e gere uma mudança de cultura. Esse é um dos maiores desafios.

Entre no site do Mobilize e veja mais informações sobre mobilidade urbana : 

http://www.mobilize.org.br/

Beijos

 

 

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Receita: Suco de Abacaxi com Coco :p

Receitas Titulo

Meus brotos,

Hoje vou ensinar uma receita bem fácil (faz até de olhos fechados vai!) com os restos da fruta!

Ingredientes:

-Água de Coco de sua preferência;

-Restos da casca de um abacaxi;

-Açucar

Parte 01

Parte 02

Parte 03

Parte 04

Obs.: Nesse caso não adicionei açucar (estou fitness hehe), mas poderia ter colocado! Ahh.. Pode usar folhas de hortelã também (fica uma deeeeliiiixiaaaa)